Bandeirada

Inacreditável:
Todos os predicados já foram citados e gastos pelos analistas da F1, sobre a atual temporada da F1. Cinco corridas, cinco vencedores diferentes, cinco carros. Condição somente vista em 1983. Mas, algumas coisas chamam a atenção especial para 2012: primeiro, pois ninguém poderia esperar tamanho equilíbrio; segundo, ninguém apostaria um vil metal na vitória de Pastor Maldonado, na Espanha ou em qualquer outra corrida da atual temporada; terceiro, pois a McLaren, aparentemente melhor que as outras equipes, não consegue se firmar; quarto, pois tem mais gente na fila com possibilidades de vitórias, o que pode tornar mais imprevisível e inacreditável ao campeonato.

Surpresa:
O GP Espanha, em Barcelona, costuma ser a grande chatice de cada temporada da F1. Uma corrida sem emoção, sem ultrapassagens, sem acidentes, sem nada. Sempre creditei isto ao fato da pista ser conhecida pelos pilotos. Mas, a prova de domingo desmentiu tudo. Pela primeira vez, tivemos uma prova de respeito em Barcelona. Ultrapassagens, acidentes, punições, surpresas como a vitória de Pastor Maldonado. Tudo que se espera de um verdadeiro GP.

Grande Momento:
A verdade é que a F1 vive um grande momento. Nada comparado com o ano passado, onde Sebastian Vettel empilhava vitórias, uma após outra. Agora, sem os dutos, com pneus frágeis, os carros se tornaram mais iguais, mais imprevisíveis, as corridas muito melhores. Mesmo com alguns resultados circunstancias.

Próximos:
Espera-se que a lista de vencedores aumente nas próximas corridas. Teremos dois circuitos complicados: Mônaco e Montreal. Na espera: Hamilton, Weber, Raikkonen e Grosjean. Mas, pode aparecer outras surpresas.

Mantenho:
Mesmo com o equilíbrio. Mesmo com as imensas possibilidades abertas até agora, onde – entre os sete primeiros na tabela – a diferença é só de 20 pontos; mesmo assim, mantenho: Vettel e Hamilton. Um deles será o campeão no final.

Saraivada:
Os brasileiros, depois do GP Espanha, sofreram uma verdadeira saraivada de criticas. Não é para menos. Enquanto seus companheiros de equipe (Maldonado e Alonso) fazerem primeiro e segundo, os brasileiros sequer estiveram perto dos pontos.
Mas, vão se manter. Senna, pelo forte patrocínio que levou para Williams e Massa, pois Alonso não quer sombra.

Desde 2004 a equipe Williams não subia no lugar mais alto do pódio, além disso, Pastor Maldonado consegue a sua primeira vitória e coloca o nome da Venezuela entre os países que já venceram na Fórmula 1.

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Como eliminar um amante sem gastar um real

Um amigo me manda um e-mail de forma aflita, mal chego em casa e o infeliz já se encontra no “MSN” me esperando. Quer ajuda, conselhos, alguma filosofia de consolação, ombro, ouvidos… Invoco todo o meu poder de amigo com muita paciência e fico lá de ouvindo as lamentações do podre infeliz. Não posso deixá-lo a mascar o jiló do abandono. Está desconsolado, como qualquer personagem inútil de uma novela do Manoel Carlos, que viu a amada cair nos braços de um playboy do Leblon. Um idiota que não sabia sequer uma palavra de galanteio para cortejar uma bela mulher, mas sabe quais são as roupas e os lugares da moda, além de exibir seus músculos que compensam suas horas de academia, longe de livros ou coisas cultas.

Quis o destino parafusar-lhe objetos pontiagudos na testa do meu amigo. Sim, ela tem um amante, reconhece o pobre e desolado amigo. Daqueles amantes que se encontram à tarde, num intervalo qualquer, no recreio da vida chata. Nem foi preciso contratar o detive particular, conta-me ele. O próprio se fez às vezes de cão farejador de sua própria desgraça.

Que fazer? Indagou no e-mail no qual até a arroba bóia em poças de lágrimas. Mato o desgraçado? Tiro a vida da desalmada? Vou-me embora pra Tangamandápio? Dou salto mortal da ponte Rio-Niterói?

Um trágico, esse cara. Como os de antigamente. O amigo é do tempo em que os homens coravam. Ainda tenho vergonha na cara, envaidece-se o próprio.

Sossega cara, isso não é nada demais! Não é o fim do mundo se todos souberem que colocaram algo em sua cabeça! Nesse momento, por pouco, ele não transferiu toda a raiva que sentia por ela e pelo seu amante para mim. Mas como eu era o único que ele confiava para confidenciar tal assunto, relevou meu comentário.

O melhor que você faz, respondi ao marido em fúria, é sumir por uns dias, inventar uma viagem, e dar todo tempo do mundo ao infeliz desse amante.

Banalize o amante, meu caro amigo. Entendeu?

Óbvio que não! Nessas horas é impossível o camarada entender alguma coisa um pouco mais racional, que não tenha um revólver, faca, punhal ou afins.

Entenda cara, deixe que eles durmam e acordem juntos. Que tenham seus problemas, que percam o luxo dos encontros fortuitos e vespertinos, que se esbaldem. Deixem-nos sentirem o bafo matinal da rotina. Nada menos sexy e sensual do que uma mulher de cara amassada, cabelo desgrenhado e com bafo. Sem contar ela dormindo com os roncos dele, perdendo o lençol para ele durante a noite, levando pesadas geladas, chutes e seja quase expulsa da cama.

A vida dos amantes dura porque eles só vivem as surpresas e valorizam cada minuto do relógio que põem sobre a cabeceira daquele motel barato da Lapa ou Praça Mauá. Nada mais cruel para o amante da tua mulher que presenteá-lo com o pão-com-manteiga do dia-a-dia. A rotina é o cavalo de tróia do amor.

Amigão, nada de violência ou besteiras desse naipe.

Ao amante, todas as chances do mundo.
Ao amante aquela D.R., a famosa discussão de relação, em plena TPM. Um amante nunca sabe o que venha ser uma mulher sob o domínio da TPM. Ela faz questão de reservar todos os direitos desse ciclo ao pobre marido.

Ao amante, a tapioca fria e sem recheio da rotina do calendário.

Ao amante, a falta de assunto.

Ao amante, os cabelos revoltos da mulher, naqueles dias em que nem mesmo ela se aguenta ou encara o espelho. Naqueles dias em que os cabelos brigam com as leis do cosmo e não há pente ou diabo que dê jeito.

Ao amante tudo da rotina dela, depois me conta se deu certo ou não. Eu aposto!

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Incredibox: Drag + Drop = Listen!

Se você também passou horas brincando com a homenagem do Google ao senhor Lester William Polfus – também conhecido como Les Paul (se não sabe do que estou falando, saia de sua capsula criogênica e veja este Doodle), prepare-se para diminuir sua produtividade – novamente -com esse aplicativo: o INCREDIBOX!

Produto da parceria entre o estúdio So Far So Good, o músico (beatboxer) Incredible Polo, e do flash designer Allan Durand, o aplicativo permite que você crie uma música com sons de beatbox, instrumentos diversos, coro, acompanhamentos e tudo mais. É bem verdade que existem muitos aplicativos que permitem esse mesmo efeito, mas o Incredibox vence pela simplicidade e estilo.

Para compor, você só precisa arrastar um dos 15 ícones em exibição até o artista. Outros artistas irão aparecendo gradualmente na tela. Os ícones representam o tipo de som que você vai inserir, sendo distribuídos em 05 efeitos, 05 batidas, 05 melodias, 03 coros e 02 vozes (TODOS feitos “no gogó″, graças ao Incredible Polo).

O sucesso do aplicativo foi tão grande, que o beta da versão 2 foi apresentado na Cité du Design, em Saint-Etienne (França), durante a exposição Design Map, que aconteceu entre 20/10/2011 e 18/03/2012. Durante esse período, a invenção recebeu quase 5 MILHÕES de visitas. A primeira versão foi lançada em 2009, e ganhou o Favourite Website Awards (categoria INOVAÇÃO).

Para amantes da música, curiosos de plantão, e os mais antigos que arriscavam alguma coisa na série E-Jay… é diversão garantida!

Que tal uma palhinha?

Um outro detalhe legal é que você pode compartilhar o som que foi criado no Facebook. Só senti falta do aplicativo propriamente dito no site; mas isso não chega a ser um problema, uma vez que dá pra acessá-lo diretamente do site http://www.incredibox.com .

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Falcão e os canários

Esse post é uma mensagem ao “Dono da cocada preta” do momento, Falcão Garcia.

Os dois belíssimos gols feitos pelo artilheiro, aliás Biartilheiro (o primeiro da história) e Bicampeão da Europa League, coroam a magnífica fase do atacante colombiano. Abusou dos recursos de um exímio matador, esbanjando categoria e inteligência, tanto nos gols, quanto a bola na trave e em diversas oportunidades criadas pelo excelente desempenho do meio de campo colchonero, orquestrado pelo ressuscitado Diego, que além de contribuir – e muito – para o Robinho despontar, em gloriosa época no Santos, comeu a bola no Werder Bremen por duas temporadas.

Portanto, aproveito esse espaço para fazer uma proposta indecente…

O cara fez 17 gols na temporada 2010/2011 pelo Porto, com seu parceiro Hulk, que é da nossa “canarinho” e mais 12 na recém terminada temporada 2011/2012, com um parceiro que, embora tenha características diferentes, também é “brazuca” e já vestiu a “verde e amarela”, fica a súplica para o bem do futebol e do emprego do querido Mano Menezes:

- VEM JOGAR A COPA AQUI DO LADO DO NEYMAR, RAPAZ !!!!!!!!!!

Com todo respeito ao Leandro Damião, garoto promissor, ao voluntarioso Love, o fanfarrão do Fred e ao não menos fanfarrão Alexandre “Berlusconi” Pato, se descobrir porque é de porcelana. Mas com essa dupla de ataque, Neymar e Falcão Garcia, no mínimo fariamos uma bela frente para Messi, Agüero e cia.

O momento do jogador colombiano é um bom exemplo da descentralização do intercâmbio no futebol internacional, como também o “perseguido” Luis Suarez, que mesmo sofrendo uma dura punição da federação inglesa, figura como dos possíveis grandes destaques da próxima COPA.

A turma do Comitê Organizador Local da Copa de 2014 (COL), que conta com o gorducho Ronaldo e do apagado Bebeto, que só aparecem em passeios e fanfarronices, também precisa colaborar. Pelo amor de Deus, não deixem que esse grande espetáculo programado para nosso território se transforme em mais um motivo de vergonha, com escândalos e denúncias de fraudes nas licitações, pela brecha da compra emergencial dentre outras tramoias.

“FICAM AS DICAS!!!”

PS – Olho também no atacante Adrián Lopes Alvarez, compõe muito bem esse grande time do Atlético de Madrid.
PS 2 – O jovem time do Athletic de Bilbao também promete, falta mais chegada, confiança para finalização. Isso precisa vir com o tempo, não há outro caminho para os campeões.

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Garanhão, Mito ou Fraude?

Trata-se de um compulsivo. Um doente. Nas suas histórias, ninguém escapa. Para ele, não tem mulher difícil. Ele não é qualquer homem e assim como um bom “Cabra-Macho”, nunca broxou na vida.

Terror das casadas, mestre com as viúvas, monstro devorador de todas as donzelas, alegria das encalhadas, ele contabiliza mulheres imaginárias com traços riscados na parede da cabeceira da cama.

Sim, vale a velha regra: cão que muito ladra… Estamos diante de um Casanova de araque, o falso e doentio Don Juan das Vagabundas, um dos personagens mais hilários, para não dizer infantis, dos nossos tempos. Um tipo de sujeito que mal ele consegue acreditar nas suas histórias.

O garanhão, o mito, a fraude. Narrativas eróticas que jamais aconteceram à vera, apenas e tão-somente na garganta, verdadeiro contator de vantagens e histórias criadas pelos seus sonhos. Ele até que poderia ser um bom escritor de contos eróticos por tamanha a sua criatividade.

É o tipo da corrupção que começa logo aos surgir das pequenas pelugens nas partes íntimas. Na mentira de que não somos mais donzelos, não somos mais virgens, e daí será levada ao túmulo, incorrigíveis e tarados falseadores. Qual garoto que aos 14 anos admitia para os amigos que nunca tinha dado “umazinha”? Ele dizia que tinha sido aos 13… E aos 15 dizia que tinha sido aos 14… e aos 16 dizia que tinha sido aos 15… O que importa era nunca dizer que era virgem. Sempre tinha uma prima na história, uma empregada, uma vizinha ou até uma professora tarada, houve um até, que foi sequestrado voltando de um show por uma dentista da rua dele. Só com essa conta, acabam-se de quebrar 97,5% das lendas eróticas dos jovens mancebos, segundo o DATACABAÇO.

No princípio, é uma vergonha assumir a virgindade no meio de tantos machões que nos desfiam suas epopéias com o mulherio. Aí contamos também a nossa “vasta experiência”. Não somos nada bocós, naquele momento, o mais importante é se igualar com os outros. Até porque, ta na cara que o que ele contou não tem um pingo de verdade fora da cabecinha criativa dele.

Um amigo relata no botequim que traçou uma novinha da faculdade ou a gostosa da empresa; ouve de imediato o coro ridículo carregado de chopp, caldinho, torresmo e testosterona à milanesa: “Tem que comer mesxxxxxxxsmo”, com aquele “s” bem carioca que é peculiar. Sempre a mesmíssima história. Ah, como somos óbvios. O pior é que contamos as mesmas histórias, sabemos que nossos amigos inventam ou aumentam, e mesmo assim, todo mundo finge que acredita em todo mundo. E assim, saem todos felizes com suas histórias. Não bastam serem canalhas com as protagonistas de sua ficção, eles conseguem ainda serem canalhas com os amigos de boteco.

Ninguém aqui está querendo bancar o anti-herói e dizer que todos os homens mentem com essas histórias, até porque hoje em dia ninguém se surpreende com mais nada. Mas olhem bem para a cara do seu amigo que conta o “causo”. Ele passa credibilidade? Na verdade… Ele tem realmente cara de Don Juan? Nem para Don Juan de Madureira ele levaria jeito. Então, acreditem, ou melhor, não acreditem! Vamos ser mais sinceros e honrar a conversa de bar, assim como os meninos na puberdade, que devem honrar a lanchonete da esquina.

O falso Don Juan é a doença infantil e incurável do machismo. Até quem não precisa contar vantagens acaba deslizando na tentação de parecer o supermacho. Basta uma rodada na boemia para que a testosterona “desça-lhe” à cabeça.

Ah, faz sim. Não carece propagar aos quatro cantos os seus feitos. Muito pelo contrário. Mais vale a estratégia mineira dos come-quietos, do que essa carioquice de ser pegador inveterado. Isso não cola mais com a mulherada, só com os amigos bêbados, que se acham tão mitos quanto ele. E vamos lá, para que contar esses tipos de vantagens se não existe ninguém para testemunhar?

Sem contar que é chato para as moças. Não digo pelo velho, careta e surrado “vai ficar mal-falada” na empresa, no bairro, na pequena cidade. O ruim é que pode acabar com a imagem da senhorita mesmo. Não pela pureza dela, mas principalmente quando o grande mentiroso metido a Casanova suburbano, não é uma das figuras mais apreciadas da área, aquele com quem nenhuma iria mesmo arriscar a pele na cama, ou até mesmo, pela cara de “Bucha” do Mané.

Moral popular da fábula: todo homem, assim como todo pescador que se preza, tem sempre uma aventura maior que a vara.

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Silêncio… que vai começar a festa!

Se você é DJ de Lotação, ou gosta de ouvir som (muito) alto – independente do seu gosto musical – sem se preocupar com os outros ao redor, pare de ler este texto agora.
O assunto agora é sobre silêncio.

Mas não um silêncio qualquer.
É sobre silêncio… numa festa!

O evento SHH! (ou Club Silêncio) chegou em solo tupiniquim em meados de 2008, e teve seu auge a partir de 2010, sendo divulgado em diversas cidades.

O conceito inovador do SILENT é bem original, e simples: cada participante recebe um headphone sem fio. Cada headphone possui três canais, e em cada canal um DJ com um estilo diferente, tocando ao mesmo tempo. Ou seja, se der aquela vontade de mudar de ritmo, e curtir outra “vibe”, é só sintonizar outra faixa.

Outro ponto positivo é a possibilidade de poder conversar sem ter que disputar com as caixas de som do local – um ponto negativo na maioria dos eventos. Quer bater um papo com alguém? Simples: é só tirar o headphone por uns instantes.

Absurdo? Nem tanto. A começar pelo fato de que a festa surgiu em 2005, no Festival de Glastonbury (ou apenas Glasto), que é considerado o maior festival de música a céu aberto do mundo.

Em vários locais do planeta existem festas deste tipo ocorrendo, como a Silent Party em Ibiza, ou a Fiesta Silenciosa (Headphone Disco) no Chile.

Mesmo assim, tem gente que não concorda com a idéia. Esse pessoal acredita que, se uma pessoa está ouvindo música diferente da outra, sem saber, não tem como interagir. E quanto às reclamações de barulho, que as casas deveriam investir mais em proteção acústica. Para isso, faço duas observações simples:
01) alguém consegue identificar, numa rave ou megaparty, DUAS PESSOAS que estejam curtindo, da mesma maneira, uma mesma música?
02) Proteção acústica? E que tal um evento em campo aberto, AO AR LIVRE, sem incomodar ninguém ao redor?

Interessou? Pois fique sabendo que aqui no Rio de Janeiro já rola um Shh! no Dama de Ferro, em Ipanema (é em uma quinta-feira específica, melhor se informar com a casa, antes). Em SamPa, tem Shh! no Sonique Bar, na Consolação, geralmente na 2ª terça-feira do mês. E em Porto Alegre, um sábado por mês tem Shh! no Cabaret, na Av Independência.
A brincadeira sai em torno de R$20 a R$30.

Maiores informações no site http://www.shhclubsilencio.com

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E finalmente… Os Vingadores!!!!

Bom… a essa hora grande parte de vocês já devem ter visto o filme dos Vingadores e já sabem quase tudo o que tem para se saber. Então vou tentar tornar esse texto minimamente interessante para quem já viu o filme e para quem ainda não viu também.

Em primeiro lugar, algo que vocês não sabem sobre o filme… O cara que está escrevendo sobre ele aqui é novo no blog. Me chamo Leonardo Pontual, escrevo sobre cinema em alguns blogs a uns dez anos, mas tenho andado meio afastado até agora, quando me fizeram o convite para fazer parte desse blog e decidi tirar o pó da minha capa e minhas botas e voltar a ativa.

Então vamos ao filme…

Se você não leu as revistas dos Vingadores em algum momento da sua vida seria interessante assistir esses filmes, de preferência nessa ordem…

  1. Homem de Ferro (veja a cena pós créditos)
  2. Hulk. A versão com Edward Norton (a Marvel pediu pra fingirmos que a com o Eric Bana não existiu) e (veja cenas pós créditos também)
  3. Homem de Ferro 2. Ele todo é quase uma cena pós créditos, mas espera passar os créditos que tem mais.
  4. Thor. Aí a coisa começa a esquentar pro filme dos Vingadores e a cena pós créditos já é quase um prelúdio do que vem por aí.
  5. Capitão América. Esse filme já é uma ponte direta para o filme dos Vingadores e na altura do campeonato você já sabe que tem que esperar os créditos finais passarem pra ver algo mais.

Bom, agora que você já viu todos esses filmes e gastou umas dez horas da sua vida, você já pode se considerar um expert em Vingadores ou pelo menos alguém que vai entender todas as piadinhas e referências do filme, que não são poucas.

Para quem cresceu lendo essas revistas, assim como eu, o filme tem seus momentos que te deixam com cara de criança no natal, como a primeira vez que o porta aviões da S.H.I.E.L.D. levanta voo ou a primeira vez que os heróis se colocam unidos em formação finalmente.

Alguns dos grandes méritos desse filme são o 3D que está muito bom. Vi Titanic 3D há algumas semanas (coisa que fica pra outro post) e achei o 3D meio fraco. O que não acontece em Os Vingadores. Na hora de invasão alien e nos vôos do Homem de Ferro ele de um show a parte.

Todos os personagens tem o seu momento,  não importa se são mais ou menos importantes, eles estão lá (o Hulk por exemplo tem sequencias melhores até do que em seus filmes solo) e seus momentos se tornam relevantes para a trama, assim como se tornam relevantes todas aquelas cenas pós créditos que vimos no final de cada um daqueles filmes acima. A sensação que temos é que a Marvel Studios sabia exatamente onde estava indo lá em 2008 quando levou para as telas o primeiro filme de seus heróis.

CUIDADO ADIANTE TEREMOS SPOILERS!!!!!

Agora para mim pessoalmente o grande tiro no pé desse filme foi exatamente o seu melhor momento. A cena pós créditos.

Como em todo filme da Marvel, eles dão um aperitivo para você sair do cinema com aquele sorrisinho na boca… aquele “Nossa, Darth Vader é realmente o pai de Luke Skywalker” e nesse filme não foi diferente: nós temos nada mais do que o vilão Thanos dando sua risadinha de canto de boca no final.

E aí vem a questão de como encaixar um vilão de grandes sagas em um filme de duas horas? Como fazer isso e ainda apresentar novos personagens, que é quase certo que aparecerão. Afinal quem já leu as histórias dos Vingadores sabe que um ponto alto do grupo é a versatilidade de personagens que podem fazer parte da formação, o que significa praticamente todos os heróis da Marvel, menos aqueles cujos direitos estão presos a outros estúdios (a não ser que rolem acordos entre eles, o que seria bem legal). Então fica a dúvida de como os nossos amigos roteiristas sairão dessa.

Minha sugestão? Façam o Thanos mandar outro vilão contra a Terra e o deixe nos bastidores, com uma cena aqui e outra acolá, mostre só mais um pouquinho dele, introduza ele nas cenas pós créditos dos próximos filmes solo dos heróis e aí por fim o torne o vilão dos Vingadores 3.

Sabemos que filmes como Dr. Estranho, Homem Formiga, Homem de Ferro 3, Pantera Negra e Luke Cage, assim como um novo Hulk estão nos planos imediatos da Marvel, o que abre mais o leque de opções antes de os Vingadores 2.

O negócio é esperar e torcer…

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BNegão e os Seletores de Frequência, Shaw, Iky Castilho.

O primeiro semestre de 2012 chega perto do fim porém com um legado de rap de cair o queixo. Um legado de segundos álbuns que estavam na minha lista de espera (e de muita gente!) há tempos.

Depois de um longo e tenebroso inverno (de 9 anos) BNegão & Seletores de Frequência lançam seus segundo álbum. O Sintoniza Lá foi lançado nesse mês está disponível na íntegra pra ser ouvido e no esquema de compra por músicas individuais também. Selo BNegão de qualidade como sempre!

BNegão & Seletores de Frequência – Sintoniza Lá

1. Alteração (ÉA!)
2. O Mundo (Panela De Pressão)
3. Reação (Panela II)
4. Proceder/Caminhar
5. Vamo!
6. Essa É Pra Tocar No Baile
7. Subconsciente
8. Na Tranquila
9. Chega Pra Somar No Groove
10. Bass Do Tambô
11. Sintoniza Lá

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Shaw ainda não lançou sua segunda saraivada de rima mas já deu uma pala do que está por vir em Introdução para Orquestra Simbólica, que é um EP com cara de álbum contendo 9 faixas e está disponível pra download gratuitamente. Essa prévia tem participações de Black Alien, Papatinho, Damien Seth, entre outros.
A previsão dessa pedrada é pro meio do ano e o álbum completo terá 20 faixas, e enquanto a brincadeira não vem…

Shaw – Introdução Para Orquestra Simbólica

1. Intro Mov. I – Apresentação
2. Intro Mov. II – A Orquestra Começa / O Mago
3. Intro Mov. III – Nasce O Vilão / Criando Monstros
4. Cotidiano Mov. I (O Início) – A Área
5. Cotidiano Mov. II (O Meio) – Coração
6. Sonhos de Grandeza – Aliança Pt. 3
7. A Fé – Reza Forte (part. Black Alien)
8. Sonhos de Futuro – Na Saga
9. Pausa Para Luxúria

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O próximo álbum é de um dos meus produtores favoritos. Dando continuidade ao Jazzmim I, lançado em 2010, Iky Castilho lançou agora o Jazzmim II e, anotem aí, vai virar clássico. A evolução do artista fica nítida nesse segundo álbum com um instrumental que beira um abstract com uma cara brasileira que não precisou apelar pro clichê pandeiro. Mais um experimento de nível altíssimo como vejo poucos fazendo aqui no Brasil. Essa pérola também está disponível pra download gratuitamente.

Iky Castilho – Jazzmim II

1. Zewfo
2. Irmãs
3. Baião Dedois
4. Heroi
5. TamborGonca
6. So High
7. Livre
8. Piano Liberdade

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Bônus
O primeiro álbum do André Ramiro também tá sensacional. Damien Seth e Dj Pachu fizeram um excelente trabalho junto ao André e as participações de Black Alien, Beleza, Dudu Nobre, Gabriel O Pensador entre outros não menos importantes. Mais um material gratuito pra download, sente o drama:

André Ramiro – Crônicas De Um Rimador

1. Não Foi A Toa
2. José Camelô
3. Mina Maluca
4. Gata Siamesa
5. Alma De Criança
6. Ilha Da Fantasia
7. Um Abraço, Um Obrigado
8. Nicotina
9. A Era Do Gelo
10. Habitat Natural

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Os lançamentos de 2011 foram deveras importante pra cena do rap nacional e a rebarba dessa onda já chegou em 2012. Tudo me leva a crer que até o fim do ano teremos mais ótimas surpresas. Anotem aí…

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Não Se Vá – clipe novo de Thiago Pethit

Não Se Vá é a primeira faixa do álbum de estreia de Thiago Pethit, Berlim, Texas, lançado em 2010, mas só agora a canção ganhou o clipe que tanto merece.

Dirigido por Vera Egito, responsável também pelo clipe anterior do cantor paulistano (Nightwalker), o vídeo mostra Pethit – uma das vozes mais bonitas de sua geração – cantando sobre solidão e angústia, no melhor estilo Rufus Wainwright e Leonard Cohen, que o caracteriza. Uma belíssima canção com um vídeo extremamente bonito.

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Samurai Champloo

Amor, amizade e coragem… uma história que não contem nada disso!

Exibido originalmente pela Fuji TV no período de 2004 a 2005, foi transmitido no Brasil entre setembro e outubro de 2006, pelo Cartoon Network.

A mente brilhante responsável por sua criação é Shinichiro Watanabe. O nome lhe pareceu familiar? Talvez! Afinal, ele é o mesmo diretor do clássico Cowboy Bebop – um anime inovador para a época, fugindo do estilo tradicional, e recriando o gênero.

A trama se desenvolve em um Japão pós-shogunato, na era Tokugawa, onde os samurais já não tem mais vez. É aqui que encontramos Fuu, uma jovem de 15 anos, com um objetivo: encontrar “um samurai com aroma de girassóis”. Para isso, ela conta com a “ajuda” de um vagabundo chamado Mugen; e um ronin – um samurai sem senhor- chamado Jin. Estes dois são, talvez, os últimos grandes guerreiros de sabre.

Enquanto Jin representa a verdadeira postura do estilo samurai, Mugen possui um temperamento mais explosivo, tanto em sua postura quanto em um combate. Aliás, seu estilo é uma mistura de capoeira, break-dance e artes cênicas do teatro japonês.

O anime consegue misturar um pouco de tudo. A propósito, uma curiosidade: o CHAMPLOO do título significa “mistura”. E é exatamente isso que encontramos na trama: um drama maduro, uma série de ação, uma comédia bem engraçada e um banquete de referências modernas e tradicionais, simultaneamente.
Em determinados momentos, encontraremos várias referências de nossa época, como grupos de street dance, arte graffite nas casas, ou camponeses fazendo “human beat box” no meio dos campos de cultivo de arroz.

Outro detalhe importante a ser citado é a trilha sonora. Ela é composta por artistas do hip-hop japonês e americano. O destaque já começa pelo tema de abertura, “Battlecry” (do artista Jun Seba, ou o grande Nujabes)

Então, como o primeiro episódio de Samurai Champloo (sutilmente) diz:
“Cale a boca e assista!”

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